sábado, 15 de maio de 2010

Rogério Lourenço elogia a vontade de Adriano

Não tem que elogiar nada. O cara ganha pra isso. Não está fazendo mais do que a obrigação dele. O problema do Flamengo é que vive sendo a mãe do Adriano e não o pai. O que está faltando para o Impera é justamente a presença do pai, que impõe limites. A mãe passa a mão na cabeça e fica tudo bem. A mãe elogia o filho quando este demonstra vontade, busca explicações inexplicáveis quando o mesmo demonstra desinteresse. Já o pai não elogia, mas cobra sempre mais, quer tirar o melhor do filho. Quando o filho erra, é punido. Quando não demonstra vontade, vai pro banco. Por mais que o Adriano seja um filho especial, e requeira atenção especial, não podemos continuar tratando-o como filhinho da mamãe, porque ele já demonstrou diversas vezes que não respeita a mamãe. O que ele precisa é de um pai, rigoroso, que imponha limites, limites que ele perdeu junto com pai, quando da morte do mesmo. Junto com a morte do pai veio o apelido de Imperador. O Imperador, historicamente, desde a Roma antiga, despertava medo nas pessoas e demonstrava não ter limites e a ninguém se submetia. O Adriano não pode continuar a ser um Imperador à moda antiga!!!

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