sábado, 15 de maio de 2010
Após revés para La U, Gávea ferve
E tem que ferver mesmo!!! Está faltando fogo em campo para a equipe do Flamengo. Está faltando um incendiário no elenco. Alguém que pegue a bola e assuma a responsa do jogo. Adriano era pra ser esse jogador, mas está mal psicologicamente e fisicamente. Pet está no banco e velho. Esperar que Vagner Love, filho de Kléber, Juan e Léo Moura decidam é brincadeira. Uma equipe campeã tem sempre um craque, um cara decisivo, um incendiário. Mas o elenco do mengão tá é cheio de bombeiros, que frequentemente apagam o fogo das partidas e conseguem até apagar o fogo do décimo terceiro jogador rubro-negro, a nação. Quando o bagulho esquenta, eles apagam. Todos acreditamos na mística da torcida, que carrega o time, mesmo quando a equipe não merece e não joga para tanto. Mas tudo na vida tem limite, e o limite do Flamengo tem nomes. Bruno, Léo Moura, Juan, Filho de Kléber e Love. Os caras são muito limitados e muito apagados. Mesmo assim acredito no fator camisa, que não por acaso possui a cor rubra, que lembra o fogo (não o foguinho quase apagado de General Severiano) e mais do que lembrar, sempre que entra em campo incendeia os jogos e a torcida rumo às conquistas mais altas.
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