domingo, 16 de maio de 2010

Lédio Carmona: Pelo 'Milagre de Santiago', Fla terá que jogar no limite. Opine

Concordo com o Lédio. Para operarmos o milagre em Santiago somente mesmo uma atuação impecável, daquelas do ano passado quando da arrancada para o Hexa. O Flamengo ainda não jogou uma partida sequer irrepreensível esse ano. A zaga não é a mesma, principalmente depois da saída do Airton que fazia bem o papel de falso terceiro zagueiro. O meio ainda não acertou-se também, desde que o Pet foi para o banco. No ataque éramos pra ter melhorado com a chegada do Love, mas a queda de rendimento do Impera e suas constantes ausências fizeram foi demonstrar o quão limitado é o artilheiro do amor. No carioca fomos mais ou menos, com times extremamente fracos, onde conseguimos ficar somente 2 (eu disse duas) partidas sem tomar gols. Álvaro caiu muito de produção e Angelim foi para o banco. Mas nada de solução para o sistema defensivo. Wellington, David e Fabrício também não conseguiram dar cabo à missão rubro-negra de não sofrer gols. Maldonado voltou de contusão mas ainda não entrou em forma. Corre sem rumo, sem conseguir alcançar os adversários, e pior, nem no posicionamento, coisa que o chileno era fera, ele tem conseguido se dar bem. O cara perdeu o rumo e o foco, principalmente depois de não ter sido convocado para a copa. Bielsa disse que a contusão atrapalhou, e nós estamos vendo que o argentino técnico do Chile tem razão.

Flamengo se mexe e procura empresário de Vagner Love

Até que enfim. Pensei que nossa presidenta não ia tomar essa atitude nunca mais. Tem um monte de nego vencendo conrato lá na Gávea e nossa dirigente maior nada vinha fazendo para tratar de renovação. Esportes olímpicos são importantes e tradicionais no Flamengo, mas não é a principal fonte de renda do clube, nem muito menos a parte mais popular do mengão. O futebol sempre deve ser tratado com prioridade, pois é a parte, de longe, mais importante. É a que mais angaria fundos, por meio de patrocínios e etc... e tal. Já os esportes olímpicos não passam de um compromisso paternal que adotamos para salvar o Brasil de vexames ainda maiores em olímpiadas. Portanto, devemos tratar como prioridade aquilo que é prioritário, ou seja, o futebol, esporte mais popular e rentável do planeta, deve sempre ser nosso foco como clube, para fazer crescer ainda mais nossa nação, arrebatar adeptos e escalar os cumes mais altos da cadeia alimentar futebolística e esportiva mundial. Patrícia, se liga, estamos de olho, e sua omissão no futebol não será perdoada caso aconteça. Love é apenas um, de tantos que lá estão necessitando renovar e pensar um pouco mais longe na temporada, que além de liberta tem um brasileirão longo pela frente.

Imperador evolui

Técnico Rogério Lourenço garante que Adriano vai crescer ainda mais. É o que todos nós, rubro-negros de todo país, esperam do Impera, que ele evolua, cresça de produção e que fique no mengão pelo menos até o fim da temporada e possamos resolver nossa imperadependência. Adriano está evoluindo porque pela primeira vez no ano resolveu treinar, se esforçar, se comprometer. E quando qualquer zé mané resolve pelo menos correr, entrar em forma, a evolução é natural. Não é diferente com o impera. É só treinar. Ele não é um zé mané qualquer, e quando entra em forma sua evolução é ainda maior, e sua presença causa cada vez mais medo e admiração. Agora nossa presida precisa urgentemente dar um upgrade no nosso elenco. Contratar pelo menos mais um bom atacante, porque na ausência do Imperador e do Love não dá pra confiar em Dênis Marques e Mezenga. O primeiro é um legítimo perna-de-pau e demonstra isso toda vez que entra em campo. O segundo pode até evoluir, porque é cria nossa, mas não pode assumir sozinho a reponsa pelo nosso ataque. Com mais um atacante bom no elenco poderemos enfim ter menos calafrios a cada vez que nosso maior jogador resolver aprontar e não aparecer, ou até ir embora de vez.

Sobre falta de sorte do Flamengo: `Espero que mude na quinta`

Rogério deve ser algum lunático. Falta de sorte existe quando oportunidades são criadas. O Flamengo no jogo de ontem não criou nenhuma oportunidade clara de gol para ter faltado sorte. A não ser num lance isolado do Pet quase no fim do cotejo, não vim nenhuma outra chance desperdiçada. Já em relação à quinta, o que deve mudar é a postura da equipe, e principalmente, a entrada de Pet no time titular. Quando o sérvio entra, torna-se notória a mudança na equipe. O toque refinado de nosso mais ilustre estrangeiro é visível, e com ele em campo, temos a certeza que em qualquer momento um lance incomum pode acontecer, coisa que não esperamos com Michael e Pacheco, que são óbvios demais, fáceis demais de serem marcados e de se prever a jogada que eles irão tentar. Bruno segue sem dar segurança lá atrás, principalmente em cobranças de faltas. Seja na saída de bola, seja nas faltas frontais, nosso arqueiro sempre chega atrasado e torcendo pra que a batata, ou melhor, a pelota, não caia em suas mãos. Léo Moura voltou a apagar, assim como Juan. Tudo bem que as condições do gramado não estavam lá essas coisas e prejudicou o jogo técnico de nossos laterais. Mas a falta de inteligência, o cérebro reduzido de nossos jogadores foi grotesco. Os caras não conseguiram entender que a bola não rolaria naquele piscinão e tentaram jogadas por baixo mais uma vez, assim como na quarta, quando tínhamos 25 atacantes e ninguém cruzava bola na áera e tentava adentrar a defesa adversária por baixo.

sábado, 15 de maio de 2010

Barradão é castigado pela chuva, e locutores ficam 'elétricos'

Água e eletricidade sempre foram afins. Menos no duelo deste sábado entre o verdadeiro rubro-negro brasileiro e maior do mundo e o genérico baiano. Eletricidade só no começo, quando um fio terra causou o gol sem querer do Love. Depois um ferro, ou melhor, Fierro, foi o responsável por guiar a única eletricidade que entrou em campo a voltar-se contra sua própria origem. Um gol de falta, falta de vontade, falta de vergonha, falta de masculinidade de Bruno. Depois da falta ridícula do genérico de Maxi Lopes, o nosso genérico de Ceni resolveu colocar a mão boba de bambi na bola e desmunhecar justo na hora mais decisiva da partida. Gol do genérico baiano. Só não entendi a frase hasteada numa faixa em pleno Barradão que dizia: Torcedor que é bão, torce pelo time da sua região!!! Frase estranha essa e que a gente muito ouve por aí. Simpatizar, torcer, apaixonar-se, amar, não é um ato de escolha dos indivíduos. O coração não escolhe suas paixões e por isso a diversidade é tão grande no mundo. Se formos aceitar essas máximas, nenhum nordestino pode mais se enamorar por uma mineira ou uma paulista e assim vai. Puta ignorância a defesa desse argumento!!!

No 'Alagadão', só remando mesmo

Fla estreia o uniforme azul-amarelo em baixo d'água e empata com Vitória: 1 a 1. Nem o Ganso salvaria o fuderosão hoje. Num campo sem qualquer condições de drenagem o Flamengo enfrentou o Genérico baiano e o resultado foi o mesmo que sucedeu o ano passado lá no sul com aquele outro time que também nunca investiu numa drenagem digna para receber um convidado tão ilustre como o time de maior torcida do mundo. Um empate insosso. Contra o Nacional do rio grande, mais conhecido como inter, mas que de inter só tem o nome, foi 0 x 0 numa das peladas mais horrorosas dos últimos tempos do futebol mundial. Não por causa do mengão, que como sempre tentou jogar bola e ganhar no campo, mas por causa do vermelho menstruação rio-grandense do sul. Quando o campo se encontra nessa situação os adversários crescem, não em sua habilidade e destreza em campo, mas nas artimanhas do jogo sujo e catimbado que leva a partida a um Show de horrores digno do cine trash do lendário zé do caixão. O Barradão não barrou o temporal que por capricho dos deuses caiu hoje sobre Salvador, que só se salvou por causa do Bahia, que conta com uma torcida maior que a do genérico baiano e que consegue ser mais eficaz no enxugamento de gramado.

Adriano: ‘A minha Copa é a Libertadores’

Não parece!!! O que tenho impressão é que a sua copa, imperador, é aquela que está na sua casa, ou em qualquer outra casa do morro que você frenquenta. Não estou vendo força de vontade de jogar, garra, disposição, esforço. Isso é o mínimo que os rubro-negros esperam de você. Já que técnica tá difícil. Sabemos que você não enfrenta um de seus melhores momentos físicos ou psicológicos. Mas também sabemos que você pouco tem se esforçado para superar tais problemas. Pelo contrário. Parece que cada dia que passa você procura mais chifre em cabeça de cavalo, mais pelo em ovo, mais masculinidade em fruta. Sabemos que não é fácil perder um pai. Mas perder com ele todos os referenciais de limites e compromissos não se justifica. Os melhores psicólogos do país lhe acompanham, sabemos disso, mas não é possível que eles engrossem o coro daqueles que acham que a solução é passar a mão na sua cabeça. Você está se comportando como meus alunos que buscam de todas as formas chamar a atenção. Eles, por terem pais ausentes, fazem o diabo a quatro para chamar a atenção e assim perpetrar com que os pais se preocupem com eles e lhe imponham limites. A sua Copa é a sua vida e a sua história!!! Comprometa-se com ela!!!

Em Salvador Vitória arranca empate com Fla azul-amarelo

Não foi tão arrancado assim. O empate entre os rubro-negros, genérico ou original, foi extremamente justo, a não ser que se leve em consideração o tamanho de cada história e tradição. Mas como história e tradição não entra em campo, infelizmente, mais uma vez os gênios mascarados (Juan, Léo Moura e Bruno) contribuiram de forma preponderantes para mais um empate (com sabor de derrota) do rubro-negro carioca. O Bruno, como sempre, com sua mão de moça, não conseguiu cortar a falta que nem no canto foi. Sem contar Fierro, esse chileno infiltrado no fuderosão com um único objetivo, passar informações de nossa equipe para a La U do Chile. O chileno safado entrou como sempre, sem agregar, mas com um diferencial desde sua chegada, atrapalhando. Em um campo onde a bola não rolava ele me faz uma falta frontal à meta de nosso frangueiro-mor Bruno-protótipo-de-Rogério-Ceni-bambi. Foi nesse lance que cheguei à seguinte conclusão: O Fierro é um ferro chileno disfarçado de jogador que foi colocado em nosso elenco com alguns propósitos: Mostrar que o Caio Jr não entende nada de futebol, pois foi ele que solicitou a contratação dessa ameba ambulante; dispensar o Maxi Lopes, que mesmo sendo outra ameba ambulante, era mais eficaz que esse genérico chileno que em nada acrescenta a time nenhum do mundo; e por último ferrar com a gente que só ajudou à carreira desse zé ninguém, que inclusive vai pra copa fazer não sei o que!!!

Fla sai na frente, mas Vitória empata no fim

Eita joguinho feio esse!!! O mengão como sempre sai na frente, mas da mesma forma, como estamos nos acostumando, empata no fim, quando não perde. O Flamengo abriu o placar com um gol bizarraço do Love, que até agora eu não sei se foi de barriga, de mão ou de peito. Num cruzamento pra lá de escroto do poste (boneco de posto) mais conhecido do mundo, Adriano Imperador, o goleiro reserva do Genérico baiano rebate em cima de nosso mais neutro goleador, que assim como o marrentinho Juan, só acerta quando erra. Depois disso foi um show de bizarrices, pra não dizer bizavices. Um campo sem qualquer condições de drenagem foi o palco da apresentação de nosso elenco mergulhado como sempre em crises. Pra começar o Rogério, com a teimosia que é peculiar aos treinadores brasileños, me escala Michael, o cara mais neutro atualmente na já tão limitada equipe rubro-negra. O cara é um baita dum esforçado, mas falta-lhe o essencial, o cérebro, elemento tão raro no plantel flamenguista. Num campo onde as poças de água eram constantes, o mínimo que se esperava de um jogador é que ele de cara reconhecesse a arena de batalha. Mas não foi isso que vimos. Pelo contrário!!! Um show de incopetência cognitiva arrebatou o exército fuderoso. E deu no que deu!!! Empate com sabor de derrota contra os reservas de nosso genérico menos ilustre do planeta.

Pesquisa aponta Timão, Fla e São Paulo como 'donos da internet'

Instituto Qualibest mostra triplo empate técnico entre os usuários da grande rede. Mais uma pesquisa encomendada pela arcoirisada-mal-vestida. Como se não bastasse o polêmico empate técnico de torcidas entre urubus e gambás, agora me soltam essa. Creio que o estado de SP deve ter peso 2 nestas pesquisas. Ou então o lógica foi pro saco e a supremacia rubro-negra nunca passou de fachada. Eu sou mineiro de Uberlândia e sou Flamengo com muito orgulho. E posso atestar que aqui na minha cidade a maioria é rubro-negro. Assim como também somos maioria em Goiás, no Mato-Grosso, seja no MT ou no MS, no Pará, no Acre, na Bahia e no restante do nordeste, do norte e do centro-oeste. A única justificativa para que essas pesquisas sejam verídicas é o fato delas supostamente serem feitas por telefone fixo, o que não é todo brasileiro que possui. Nunca fui alvo de nenhum tipo de pesquisa, nem para sondagens políticas, e até acho que elas não passam de simulações encomendadas pelos maiores interessados, ou seja, os políticos na política e os clubes paulistas no caso do futebol. O estado de SP não consegue trabalhar com a idéia de que não adianta ter grana para ser o melhor e o maior nas coisas, mas necessário se faz ter simpatia, e isso o mengão tem de sobra.

Após revés para La U, Gávea ferve

E tem que ferver mesmo!!! Está faltando fogo em campo para a equipe do Flamengo. Está faltando um incendiário no elenco. Alguém que pegue a bola e assuma a responsa do jogo. Adriano era pra ser esse jogador, mas está mal psicologicamente e fisicamente. Pet está no banco e velho. Esperar que Vagner Love, filho de Kléber, Juan e Léo Moura decidam é brincadeira. Uma equipe campeã tem sempre um craque, um cara decisivo, um incendiário. Mas o elenco do mengão tá é cheio de bombeiros, que frequentemente apagam o fogo das partidas e conseguem até apagar o fogo do décimo terceiro jogador rubro-negro, a nação. Quando o bagulho esquenta, eles apagam. Todos acreditamos na mística da torcida, que carrega o time, mesmo quando a equipe não merece e não joga para tanto. Mas tudo na vida tem limite, e o limite do Flamengo tem nomes. Bruno, Léo Moura, Juan, Filho de Kléber e Love. Os caras são muito limitados e muito apagados. Mesmo assim acredito no fator camisa, que não por acaso possui a cor rubra, que lembra o fogo (não o foguinho quase apagado de General Severiano) e mais do que lembrar, sempre que entra em campo incendeia os jogos e a torcida rumo às conquistas mais altas.

Lédio Carmona: Fla não entendeu que jogo contra La U era uma decisão

Pelo contrário Lédio. O Fla sabia que era decisão, e por isso perdeu. A equipe rubro-negra hoje possui um elenco de amarelões. Sujeitos que quando a coisa aperta eles peidam. Com o atual elenco só não perdemos jogos decisivos contra times que adoram ser vice, como o Vasco na Copa do Brasil e o Foguinho no tri-carioca. Já nas Libertadores de 2007 e 2008 essa mesma base pipocou feio contra o Nacional do Uruguai e o América de Cabañas do México. Bruno, Léo Moura, Juan formam o trio-parada-mole do Flamengo. É só apertar que eles entregam. Ano passado no Brasileiro eles só não entregaram porque a vontade de perder dos adversários falou mais alto. Os três são bons jogadores, mas que não aguentam decisão. Em 2008, quando a coisa apertou, o até então melhor jogador do Brasileiro, Juan, pipocou bonito. Fez o que se espera de um Bambi são-paulino revelado em Bambiland, ou seja, não jogou mais nada e o mengão conseguiu ficar de fora do G4, mesmo sendo a equipe que mais tempo permaneceu no entre os 4 melhores em todo campeonato. Caio Jr também teve uma dose de contribuição na época, assim como Andrade contribuiu e agora Rogério está contribuindo para que a equipe continue dando pra trás nas horas decisivas.

Rogério Lourenço elogia a vontade de Adriano

Não tem que elogiar nada. O cara ganha pra isso. Não está fazendo mais do que a obrigação dele. O problema do Flamengo é que vive sendo a mãe do Adriano e não o pai. O que está faltando para o Impera é justamente a presença do pai, que impõe limites. A mãe passa a mão na cabeça e fica tudo bem. A mãe elogia o filho quando este demonstra vontade, busca explicações inexplicáveis quando o mesmo demonstra desinteresse. Já o pai não elogia, mas cobra sempre mais, quer tirar o melhor do filho. Quando o filho erra, é punido. Quando não demonstra vontade, vai pro banco. Por mais que o Adriano seja um filho especial, e requeira atenção especial, não podemos continuar tratando-o como filhinho da mamãe, porque ele já demonstrou diversas vezes que não respeita a mamãe. O que ele precisa é de um pai, rigoroso, que imponha limites, limites que ele perdeu junto com pai, quando da morte do mesmo. Junto com a morte do pai veio o apelido de Imperador. O Imperador, historicamente, desde a Roma antiga, despertava medo nas pessoas e demonstrava não ter limites e a ninguém se submetia. O Adriano não pode continuar a ser um Imperador à moda antiga!!!

BRAÇADEIRA MANTIDA

Bruno segue como capitão do Fla. Apesar das recentes polêmicas, Rogério Lourenço reforça a confiança no goleiro. Tremendo erro do Rogério e da diretoria. O Bruno não pode continuar com a braçadeira. Insistir no erro é coisa pros genéricos baianos que iremos enfrentar mais tarde. Eles preferiram não fechar com o certo e torcer por uma falsificação barata do Fuderosão. Bruno não pode nem deve seguir como capitão do mengão. O cara só fala merda e por isso não pode continuar neste posto. As recentes polêmicas envolvendo o falastrão só corroboram a tese de que ele é uma tremenda anta ambulante. Confiar no cara como goleiro é uma coisa, agora mantê-lo como capitão mesmo depois de tantas asneiras proferidas é inadmissível. Mesmo falhando em alguns gols, o cara salvou o time inúmeras vezes, inclusive na partida de quarta contra a La U. Por isso ele deve continuar como titular. Até porque sua saída de bola é excelente e será peça chave para o jogo da volta lá no Chile. Mas a braçadeira não pode ser mantida, ou então, em breve, ele irá de novo abrir a boca e envergonhar mais uma vez a nação!!!

Titulares em campo

Dividido em duas competições, Fla pega o Vitória hoje, em Salvador, pelo Brasileiro. Pelo menos uma notícia boa essa semana. O time treinou direitinho, inclusive o Adriano, e vai com equipe completa enfrentar o genérico baiano. Foco total na partida deste sábado para recuperarmos os pontos perdidos contra as bibas domingo passado em pleno maraca. Depois é concentração total para o confronto com a La U do Chile. O time deles é bom, nada mais do que isso. Dá pra vencer por dois gols de diferença até com certa tranquilidade se o Impera e o Love sex não fizerem gracinha na frente do gol. Espero que o Pet entre de titular e dê o toque de bola refinado que o mengão tá tanto precisando. Rogério, meu caro, coloca na sua cabeça que Michael e Pacheco são dois cabeças-de-bagre que não suportam pressão de Libertadores. Nenhum dos dois conseguiu jogar bem em todas as partidas que disputaram no torneio continental. É muita pressão e catimba pros mulekes. E o filho de Kléber deve continuar no banco. Não é porque o Dunga é burro, que você Rogério, também deve ser. Se liga rapá!!! Mengão sempre!!!