sábado, 24 de julho de 2010

Rogério busca solução para o ataque

A solução para o ataque é simples. Atacar!!! Quem não tem cão, caça com gato. E gatos-mestres é que não faltam na Gávea. Pet, Pacheco e Drogbinha estão dando conta do recado e bem. O problema é que depois que eles fazem o gol nosso professor Pardal recua a equipe demais, abdicando do ataque. E quando se abdica do ataque a tendência é ser atacado. E água mole e pedra dura, tanto bate até que fura. Tem sido assim desde que voltamos do recesso da copa. O Mengão consegue abrir o placar, mas depois recua e sofre pra segurar o resultado. Contra o Avaí o ditado se fez valer. O problema é que ficamos mal-acostumados com o ataque dos sonhos, que na verdade não passou mesmo de sonho, pois não nos trouxe nada real em termos de títulos. Imperador era mais ausente do que presente. Love era mais amor do que gol. Já os que estão lá hoje são puro sangue rubro-negro, revelados na base. Não que o Adriano também não tenha sido, mas é que estes meninos ainda não se deslumbraram com o sucesso e nem sentiram ainda falta de suas amizades de infância. Temos que aproveitá-los antes que esses males os assolem e prejudiquem seus respectivos "futebóis". 

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